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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Pernambuco quer dinheiro federal para construção de novos presídios



Passada a rebelião que deixou três mortos no Complexo do Curado, Zona Oeste do Recife, na semana passada, o governo sai em busca de verba para construir quatro novos presídios em Pernambuco. O secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, almoça amanhã, em Brasília (DF), com o diretor-­geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Renato Campos Pinto de Vitto.
No cardápio, a possibilidade de usar o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) para implantar as unidades prisionais. Para 2015, existe R$ 1,8 bilhão no Funpen.
Os locais dos novos presídios não foram definidos. “Estamos ainda na fase de elaborar projetos, mas vamos expor a necessidade de ampliar o número de vagas. Também vamos entregar um relatório sobre o que aconteceu no Complexo do Curado e na Barreto Campelo.”
Hoje serão reiniciadas as obras de construção do presídio de Tacaimbó, no Agreste. A unidade terá 900 vagas e, segundo o secretário, deve ficar pronta em três meses.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Em Pernambuco, Polícia Civil tem novo chefe



A Polícia Civil de Pernambuco conta a partir de hoje (02.01.2015) com um novo chefe.
Em substituição ao delegado Osvaldo Morais assume o delegado Antônio Barros.
A solenidade de transmissão do cargo será às 14h na sede da Chefia da Polícia Civil, na Rua da Aurora, 405.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Paulo Câmara diz que será difícil governar sem Eduardo

Foto: Guga Matos/JC Imagem


Pela primeira vez desde a morte do ex-governador Eduardo Campos, o candidato ao governo do Estado pela Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), falou sobre as dificuldades que poderá enfrentar caso seja eleito governador de Pernambuco. Sem histórico em disputas eleitorais e com o perfil técnico, o socialista admitiu, na quinta-feira (2), que será difícil administrar o Estado sem a presença do seu principal líder político, que morreu num acidente aéreo no dia 13 de agosto. Paulo, no entanto, afastou a tese de que seu crescimento nas pesquisas eleitorais se deu em virtude da morte de Eduardo.

“A gente vai ganhar as eleições porque o povo quer continuar o trabalho que Eduardo deu início. Eu fico muito triste de ser governador de Pernambuco e não ter Eduardo ao meu lado. Queria muito ser governador com Eduardo na Presidência da República. Vai ser muito difícil governar Pernambuco sem tê-lo ao meu lado”, afirmou, logo após o último ato de campanha da Frente Popular, realizado no início da noite de quinta (2), no Centro do Recife. 
O principal questionamento da oposição, liderada pelo senador Armando Monteiro Neto (PTB), é a liderança política que Paulo irá exercer no Estado caso seja eleito. 

Questionado sobre que tipo de dificuldades terá, Paulo não especificou, se administrativa ou política. Disse apenas que terá que “se preparar” para esta nova fase, já prevendo a vitória no próximo dia 5 de outubro. O candidato disse ainda que irá honrar com todos os compromissos firmados pelo ex-governador. 
No último ato de campanha, a chapa majoritária saiu em caminhada da Praça Maciel Pinheiro para a Praça da Independência, passando rapidamente pelas ruas centrais, cumprimentando a população apenas com acenos. O formato do foi o do arrastão, quando os candidatos e a militância fazem o percurso em ritmo acelerado. O ponto forte do ato foi o comício, no final. 

Além da chapa, a ex-primeira-dama Renata Campos e os filhos João, Pedro e Maria Eduarda participaram do ato, que teve ainda a presença do governador João Lyra Neto e do prefeito do Recife, Geraldo Julio, ambos do PSB. 

Paulo pediu reforço da militância e aliados na reta final da campanha. “Continuemos na luta política, pedindo voto, pedindo para que Pernambuco continue no rumo certo, no caminho de transformações, os sonhos e ideais de Eduardo são meus sonhos, mas sei que são seus ideais também”, disse.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Conta de luz fica 17,5% mais cara a partir desta terça-feira em Pernambuco

Celpe conta de luz
Da Folha de Pernambuco
A conta de luz para o consumidor residencial de Pernambuco vai ficar 17,5% mais cara a partir desta terça-feira (29). O reajuste foi definido nesta segunda-feira (28) durante audiência pública realizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em Brasília. A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) havia pedido autorização para aumentar em 18,13% a conta. Com o novo valor, o consumidor residencial passará a pagar R$ 350,58 para cada quilowatt/hora consumido. Esse valor é semelhante ao pago em 2009 e menor que o pago em 2012.
Para os consumidores empresariais e industriais, chamados de cativos, terão reajustes de 17,69% (com consumo abaixo de 2,3 quilovolts) e 17,86% (de 2,3 até 230 quilovolts), respectivamente. De acordo com a Aneel, foram considerados os custos relacionados à compra de energia elétrica para atendimento do mercado da Celpe, ao valor da transmissão dessa energia nova e aos encargos setoriais.
A agência também justifica que o cálculo é feito de acordo com uma fórmula prevista no contrato de concessão e que, no caso da Celpe, o principal fator que influenciou o reajuste foi o aumento na quantidade de energia nova contratada pela concessionária. A compra e o transporte da energia nova representam 11% do índice de reajuste tarifário, que foi de 15,99% e que se somou a 1,77% referentes a componentes financeiros relativos ao processo tarifário de 2013.
Ao todo, Pernambuco conta com 3,3 milhões de unidades consumidoras localizadas em 185 municípios.

terça-feira, 29 de maio de 2012

NÚMERO DE MUNICÍPIOS PERNAMBUCANOS EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA POR CAUSA DA SECA JÁ CHEGA A 108

Um levantamento divulgado pela Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco (Codecipe) neste segunda-feira (28) mostrou que aumentou para 108 o número de municípios pernambucanos em situação de emergência por causa da seca. A nova lista inclui Canhotinho, no Agreste, e Cortês, na Zona da Mata. Ao todo, 1.127.055 pessoas estão sendo afetadas pela estiagem em todos os 56 municípios do Sertão, em 50 do Agreste e em dois da Zona da Mata.


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Tomando como exemplo a tragédia no Rio de Janeiro,Comitê da bacia hidrográfica do Pajeú mostra preocupação com relação as residências próximas ao Rio

Com cumprimentos de cordialidade, venho por meio deste, convidar a todos para realizar uma profunda reflexão a respeito das devastadoras enchentes que estão ocorrendo em alguns Estados do nosso País. Apesar de menos frequente no estado, ainda ocorrem em algumas áreas de Pernambuco enchentes devastadoras que podem estar associadas a ações antropogênicas, sendo destacadas: Impermeabilização do solo e desmatamento da vegetação nativa, que inviabilizam a infiltração da água no terreno e consequentemente disseminação do excesso da mesma; aterramento de áreas alagadas por resíduos sólidos urbanos, que corrobora significativamente para a amortização das águas oriundas da sangria de reservatórios de acumulação; assoreamento de rios, que represa a água, e reservatórios de acumulação, que diminui o volume útil dos mesmos bem como propicia menor tempo de retenção. Em nosso município tem-se uma preocupação maior com a área urbanizada e com as residências próximas ao Rio Pajeú, pois a combinação de rios e reservatórios assoreados com entulho de construção sem nenhum parâmetro de planejamento por Plano Diretor pode propiciar escoamento de águas com vazões extremamente altas e devastadoras, comprometendo assim, o setor comercial de Serra Talhada que está localizado em área de risco. Diagnósticos indicam que ocorreram cheias nos anos de 1960, 1967 e 2004 aonde neste último observou-se precipitação pluviométrica anual de 926,3mm (DNOCS) para uma população urbana de 57,05% (IBGE). Em 2009 tivemos uma precipitação de 850,3mm e grandes transtornos na área de risco. Para 2011 se projeta um inverno rigoroso e de acordo com o IBGE estamos com, aproximadamente, 71% de população urbana. Assim, considerando as intervenções civis no município, sobretudo na área de risco, devemos despertar para uma análise detalhada e montagem de plano de ação organizado por cada órgão responsável local. Um eficaz planejamento e um contínuo monitoramento de ocupação dos vales, do desmatamento e da erosão, e ainda uma eficaz operação dos açudes poderão evitar tais problemas para a sociedade.

Homembom Magalhães
Presidente do COBH Pajeú


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