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sábado, 25 de outubro de 2014

Debate na Globo: Socialistas de Pernambuco na plateia pró-Aécio

Bruno Araújo, Paulo Câmara e Geraldo Julio no debate apoiando Aécio. Foto: reprodução Twitter.
Depois de organizarem atos a favor da candidatura do postulante Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República em Pernambuco, o governador eleito Paulo Câmara (PSB) e o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), presenciaram da plateia o último debate do segundo turno do lado do tucano.
O presidente do PSDB de Pernambuco, Bruno Araújo, acompanhou a dupla socialista, que foi convidada pelo próprio candidato. O deputado federal Beto Albuquerque, que completava a chapa de Marina Silva, também estava no estúdio da TV Globo.
Após a derrota de Marina no primeiro turno, os socialistas alinharam-se ao candidato do PSDB no segundo turno.
Dilma e Aécio disputam os votos de Marina Silva (PSB) em Pernambuco, a mais bem colocada no primeiro turno no Estado, com 48% dos votos. Dilma teve 44% e Aécio, 5%. O tucano conquistou 284 mil votos no Estado, muito menos do que os 2,1 milhões recebidos pela petista.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Dilma Rousseff passa mal após debate do SBT. Veja vídeo

A presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, passou mal após o debate do SBT. Enquanto concedia uma entrevista após o encontro, a petista foi acometida, aparentemente, por uma queda de pressão. Acudida pelos assessores, tomou um suco de maracujá e se recuperou. Após se recompor e retomar a conversa com a repórter, Dilma comenta o mal-estar e diz: "É assim que nós somos". Ao saber que seu tempo para falar havia se esgotado, a candidata afirma à repórter: "Se é assim que você quer, assim será", sorrindo e de braços abertos.

"O debate sempre exige muito da gente", justificou Dilma, pedindo desculpas
ao espectador que acompanhou a cena. Antes de passar mal, a candidata
demonstrou dificuldade em responder sobre o debate, chegando a recomeçar sua fala antes de interromper devido ao mal-estar.


Assista abaixo vídeo reproduzido no YouTube: 





sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Dilma e Marina trocam farpas ao final do tempo previsto

 / Foto: AFP



No segundo bloco, as candidatas do PT, Dilma Rousseff, e do PSB, Marina Silva, trocaram farpas apesar da advertência do mediador William Bonner, após o tempo previsto para o embate entre as duas já ter se esgotado. Na discussão, antes dos microfones serem cortados, Marina disse que Dilma tinha um jeito um tanto atrapalhado de falar as coisas.

Antes dessa discussão, Marina questionou a petista sobre o fato de ela não ter entregue o programa de governo e não ter cumprido seus compromissos de campanha feitos em 2010. "Eu cumpri todos os meus compromissos, hoje o Brasil pratica a menor taxa de juros de toda a sua história, demos autonomia para as investigações", rebateu Dilma. E levantou dúvidas sobre a capacidade da adversária do PSB governar o País. "Quem pode achar que farão melhor se nunca construíram um programa social, como o PT."

Na réplica, a candidata do PSB ironizou, dizendo que houve uma "demissão premiada" de Paulo Roberto Costa. E Dilma atacou: "O seu diretor, nomeado por você, de fiscalização do Ibama, foi afastado pelo meu governo por desvio de recursos. E nem por isso eu saio por aí dizendo que você sabia da corrupção. Sejamos honestas."

Antes do embate entre as duas, o candidato do PRTB, Levy Fidelix indagou o Pastor Everaldo (PSC) sobre a questão de segurança pública. "Hoje o bandido está solto nas ruas e o cidadão de bem está preso dentro de sua casa", disse Everaldo, destacando que sua coligação propôs a criação do Ministério da Segurança Pública para coibir, dentre outras coisas, as drogas que afetam os jovens do País. Estamos querendo reequipar, reaparelhar e sincronizar toda a polícia do Brasil", reiterou.

Em réplica, Fidelix afirmou: "O nosso governo está engavetando o reajuste do exército, marinha e aeronáutica. Eles não fazem nada a não ser dar dinheiro a quem não precisa, principalmente os cubanos". "O PSC tem lutado para colocar em votação a PEC 300, que estabelece a dignidade salarial do policial. Infelizmente o governo não deixa votar", finalizou Everaldo.

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